sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Selvagem, o tempero

Brasília, 10 de Setembro



      Amor e sexo. Como é bom sexo com amor, mas também tem que ter o extínto selvagem falando alto. Aliás, um não pode existir sem o outro na relação. É como se fosse o tempero e o amor a cereja. O tempero dá aquele gosto diferenciado a comida (no sentido alimentar, por enquanto). Só o amor pode até bastar, mas o sexo e possívelmente o prazer dão uma liga na intimidade
      Esse gosto do extínto é o combustível para qualquer transa. É o gosto de quero mais, o que faz até você sair do trabalho mais cedo porque a garantia de qualidade é alta e o que você vai ter, ver e sentir vai ser indiscritível.
      O "fazer amor" pra mim corta um pouco o tesão da transa. Não digo completamente por respeito ao amor envolvido. Transar ou qualquer metáfora picante se encaixa mais ao caso. O amor está na busca do prazer e poder de os parceiros tem de chegar a isso juntos. Quando acontece é porque os dois estão conectados no tempo e no espaço. Por isso seja selvagem, inove, busque e faça o que der prazer, pois nisso vale tudo.
 

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